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O Dia Internacional da Mulher é uma excelente data para abordar um assunto que, ainda no século 21, é um tabu: a presença feminina no ambiente corporativo. Por incrível que pareça, o preconceito e o machismo ainda imperam, mesmo nos dias atuais. Com o passar dos anos ficou cada vez mais comum ver mulheres lutando por igualdade de gênero e condições dignas para conquistar e manter um espaço no mercado de trabalho. No mundo do empreendedorismo não é diferente. Por muito tempo os homens foram maioria absoluta como donos dos próprios negócios, sejam eles de micro, pequeno, médio ou grande porte. Porém, esse é um cenário que está apresentando uma mudança expressiva, principalmente no âmbito das micro e pequenas empresas.

O Sebrae realiza um estudo anual, onde mostra o perfil do empreendedor brasileiro, em seus diversos cenários de atuação. Através destes dados é possível ver que a participação feminina a frente do próprio negócio vem crescendo e está sendo fundamental para a economia do país nestes tempos de crise, pois MEI’s, MEs e EPP foram responsáveis por 27% do PIB e 54% das vagas formais de trabalho. Em julho de 2017, foram abertos quase 44 mil postos de trabalho nas micro e pequenas empresas. Enquanto que no mesmo período, as médias e grandes empresas fecharam 6,8 mil vagas.

Claro que não será do dia para a noite que veremos uma sociedade mais igualitária. Mas isso não significa que devemos parar ou retroceder os ideais dessa batalha. A mulher não só pode, como deve ocupar uma posição que valha jus a todo o seu esforço. Pois além do trabalho fora, muitas vezes (quase sempre), o de casa também sobra para elas. E engana-se quem pensa que elas estão assumindo o controle das empresas somente para complementar a renda em casa. Atualmente, graças a toda visibilidade que o empoderamento feminino conquistou, com o auxílio da internet e redes sociais, a luta por direitos e oportunidades iguais nos ambientes de trabalho está ganhando uma nova perspectiva. Parece, que finalmente, após tantos anos de luta a sociedade segue para o caminho de desconstruir a ideia de que homens e mulheres devem ter papéis diferentes em seus cotidianos. É uma transformação social de gigantescas proporções, pois envolve alterações nas expectativas de vida profissional e pessoal.

E por falar em internet, além de servir para propagar ideias, ela é um ótimo canal de vendas. Você sabia que 77% dos micros e pequenos empreendedores do e-commerce cresceram 41% em 2016? Já em 2017 o setor de comércio eletrônico cresceu 12% em relação ao ano anterior, segundo dados da ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). São números bastante animadores para quem quer ingressar no mundo dos negócios, mas não tem capital suficiente para abrir um espaço físico. Também não se deve esquecer de uma importante etapa para que seja possível começar a empreender de forma correta:  registrar a marca. Imagine que você está fazendo um excelente trabalho, conquistou e fidelizou diversos clientes, entretanto tem de parar com tudo, e ainda correr o risco de responder um processo judicial, pois o nome que você escolheu para a empresa está sendo usado por terceiros. Só de pensar nisso já bate aquele desespero, né? Para a sua sorte, a INPROMM faz o serviço de rastreamento estadual, nacional, digital e pesquisa de anterioridade de marca totalmente gratuito.
 

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